Club Med Não Vende Quartos, Vende Experiência

Sol, praia e sem nenhum compromisso de trabalho. Descanso ou muita diversão. Essa é a vida que todo mundo quer pelo menos nas férias ou em um fim de semana prolongado. Num mundo em que a necessidade de lazer virou um desejo comparado a um luxo, as experiências ganham destaque nos raros dias de folga. A rede de resorts Club Med percebeu isso e há oito anos se reposicionou para oferecer experiências inesquecíveis para seus clientes.
Hoje, recebe 70 mil clientes em seus três resorts no Brasil, que no Club Med são chamados de Village, em Itaparica e Trancoso, na Bahia, e em Rio das Pedras, no Rio de Janeiro.
Foi a rede que inventou e disseminou o conceito de tudo incluso. Com foco principal na família, o Club Med tem 80 villages no mundo, está presente em 27 países e cada resort é segmentado para responder a demanda do cliente. Seja focado em crianças, em degustação, em descobrir novas culturas ou para quem prefere esportes ou ainda relaxar. “Experiência significa emoção e emoção fideliza. A melhor maneira de conquistar e fidelizar o cliente é a indicação, o boca a boca”, afirma Gian Maria Mazzei, Diretor de Marketing e Comunicação do Club Med América Latina.
No resort, os clientes são chamados de Gentis Membros. Quando chegam em um Village são recepcionados com festa pelos funcionários, que também têm outro nome: Gentis Empregados e os monitores Gentis Organizadores. “A ideia é, ao chegar no Village, esquecer tudo que está lá fora. A experiência começa …

Para ler este ótimo o artigo completo basta clicar neste link: Mundo do Marketing

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Quer Aparecer na Busca Do Google?

Segue 12 sugestões tipo faça você mesmo:

1# Tenha um domínio fácil de ser lembrado
2# Utilize um layout web moderno
3# Instale o Google Analytics na sua página web e acompanhe os passos do visitante
4# Formulário de contato simples
5# Ofereça um maneira de reservar online, que o cliente não precise ligar para vocês ou ficar mandando email (acredite, ele não quer fazer isso com 20 hoteis da região)
6# Adicione todo tipo de contato que você tiver disponível, como MSN, Skype e e-mail para reservas
7# Use o Google Maps para localizar seu estabelecimento e sua região
8# Crie um blog e fale sobre suas promoções e eventos da sua região (nós oferecemos esse serviço para
você)
9# Estabeleça uma presença na web, e não apenas um web site
10# Crie uma conta no Twitter e comece a “twittar”!!
11# Incorpore a tecnologia na experiência do seu cliente com o seu hotel
12# Faça um video da sua região e do seu hotel e coloque no YouTube, depois faça um link do video para o seu hotel e vice-versa.

Estas dicas foram dadas pela empresa CR1, para saber mais: CR1

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Vale a Pena Meu Hotel ou Pousada Estar No Facebook

Com mais de 750 milhões de usuários, sendo 30 milhões brasileiro o Facebook ultrapassou o Orkut e tem tudo para crescer este número cada vez mais. Isso tem atraído cada vez mais empresas que estão montando sua loja online dentro da rede social com um baixo custo.
Segue uma reportagem completa da Revista Isto É Dinheiro onde apresenta algumas experiências, os riscos e oportunidades e números importantes que podem fazer você prestar mais atenção nas redes sociais.

Para saber ler a reportagem completa clique no link abaixo:
Você pode ganhar muito dinheiro no Facebook

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Indicadores Para Monitorar Seu Site

O Blog da RaKuten estabeleceu 10 indicadores para monitorar uma loja virtual, entretanto separei alguns indicadores que servem para que você monitore o site do seu estabelecimento hoteleiro.
A análise destes indicadores pode melhorar o desempenho das suas reservas e lhe permitir ações de marketing com um retorno muito maior do que o esperado.

Abaixo os indicadores:

#1. Análise de tráfego
#2. Atenção ao e-mail marketing
#3. Taxa de rejeição
#4. Monitore a sua reputação
#5. Fique de olho nas buscas
#6. Recuperação das vendas
#7. Monitore a concorrência
#8. A taxa de cliques está aumentando?
#9. Top Rated
#10. Ciclo de vida do seu site

Para conhecer mais sobre cada um destes 10 indicadores, acesse o Blog da Rakutem através deste link abaixo: 10 Métricas sobre clientes que toda loja virtual precisa observar

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Dez Motivos Para Seu Hotel ou Pousada Estar no Twitter

Você ainda esta em dúvida se coloca ou não seu hotel/pousada no micro blog Twitter? Avalie os dez motivos que o diretor da agência digital americana 360i, David Berkowitz, enumerou e para justificar a participação nesta rede social tão falada por ai. Aqui vão eles:

1) Proteger o domínio (antes que outros o tomem);
2) Medir menções à marca (o twitter oferece esse search apenas para os usuários registrados);
3) Acompanhar os tópicos relevantes discutidos que podem sinalizar oportunidades de negócios;
4) Acompanhar menções a lugares que lhe deem ideias sobre aqueles mercados;
5) Conhecer melhor o público-alvo e o que o interessa;
6) Não perder competitividade (a concorrência já está lá; você os deixará sozinhos?);
7) Ter ciclo de vendas mais complexo (quanto mais difícil for entender os processos e tecnologias envolvidos no que sua empresa vende, mais ela tem de se comunicar com o mercado);
8) Ter maior frequência potencial de vendas (se houver a possibilidade de fazer mais vendas para os mesmos clientes, melhor se manter em contato com eles);
9) Poder reter clientes (mas é preciso perguntar-lhes antes se usam o Twitter e se querem esse contato);
10) Ter ou adquirir largura de banda e recursos (se seu target está no Twitter, você só depende de ter os recursos certos para estar lá também; providencie).

Fonte: Social Media Insider

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Convite Equipotel 2010

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A Rede de Dormir Relaxa o Corpo, Acalma a Mente e Ajuda a Pensar na Vida

“Quer coisa melhor?” “Se deixar, eu passo o fim de semana inteiro aqui”. Instantes depois de se deitar, curvado levemente como se fosse um feto, livre de suas tarefas terrenas, pode-se enfim se entregar ao prazer. “A rede cria o espaço do sono. Ela suspende o indivíduo, aproxima-o do espaço celeste. Numa rede está o contrário do fazer: o não-fazer”.
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No Brasil de outrora, dormir em cama era coisa de gente chique. Era o sonho de luxo de Sinhá Vitória, a mulher de Fabiano, em Vidas Secas, de Graciliano Ramos. O povo brasileiro só dormia em rede. Nela viveram os grandes guerreiros tupinambás, roncaram os jagunços de Antônio Conselheiro, de Canudos, os cangaceiros aperreados de Lampião. E ainda hoje a rede acolhe a brava gente sertaneja.

“Mãe véia, mãe véia”, chamavam-na os viajantes dos séculos passados, ao sentirem a falta do afeto do abraço da rede, comparado ao colo de mãe, ao deparar com a cama dos hotéis sem apoio nas paredes para suas redes. Muitos não admitiam outra maneira de dormir. Outros ainda não admitem. Dá para imaginar uma viagem pelos rios da Amazônia sem as redes penduradas nos barcos gaiolas? E uma pousadinha no Nordeste sem ela para balançar na varanda? Pois foi na rede que boa parte da cultura brasileira foi forjada: as canções de Dorival Caymmi, os romances de Jorge Amado.
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Benção no ar

“Um leito suspenso não aparece em paragem alguma deste mundo antes que Cristóvão Colombo pisasse a areia de Guananaí e Pedro Álvares Cabral a praia brasileira de Porto Seguro”, escreveu Cascudo em seu livro Rede de Dormir – Uma Pesquisa Etnográfica. Segundo Cascudo, na África e na Ásia “dormia-se em esteiras de palha ou peles de animais”. Foi só na América que os europeus encontraram os homens balançando sobre as redes.

Pois os europeus logo caíram de amores pela rede. Afinal, não havia nada melhor para levar na sacola, junto com a farinha de mandioca, para desbravar aquela terra virgem. Nela dormiram e trabalharam viajantes naturalistas dos séculos 19 e 20. Numa época em que se viajava sertão afora em carros de boi, a leveza das redes era uma bênção.

No século 16, a rede estava difundida em quase todas as aldeias do Brasil. Sua forma era mais rústica, trançada apenas com grandes malhas, parecidas com as de pesca. Só ganhariam os luxos e balangandãs de hoje com a chegada das portuguesas, que lhes aperfeiçoaram a técnica com a renda dos teares, dando-lhes as franjas e varandas e tornando-as mais macias e ornamentais.

Balanço criativo

Na capital mais quente do Brasil, Teresina, existe a expressão bró-bró, para apelidar o período de calor mais causticante do ano: os quatro meses que terminam em “bro”, setembro, outubro, novembro e dezembro. “Nessa época, a rede fora de casa é a melhor companheira para as noites de suor”, diz Zebinha um apaixonado por rede. “A regra sertaneja é pendurar a rede bem alto, de modo que apenas a mão encontre o chão. Queda ruim é de rede baixa. De rede alta é possível aprumar o jeito do cair”, diz. Outro detalhe: a rede deve ficar folgada. “O cabra prefere o diabo à rede tensa.” Segundo Zebinha, a melhor rede é a chamada de sol a sol, porque é grande, cabe um casal dentro e dá para dormir numa boa. Mas o próprio expert admite: “Rede boa é aquela que não dá vontade de levantar”.

A nação nordestina, a exemplo de Zebinha, é rica em criar metáforas da rede com a vida. Tem conselho: “Olha lá onde você vai armar a rede”. Elogio: “Fulano que sabe armar a rede é cara esperto”. Esta meio machista: “Não há rede igual nem mulher diferente”. Para viajantes inveterados: “Sicrano vive com a rede nas costas”. E, ainda, uma boa para quem precisa, digamos, meditar: “Ah, vá pedir conselho à rede”.
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E será que a rede ajuda mesmo a pensar? “O balanço suave da rede trabalha a bipolaridade do cérebro, estimulando ao mesmo tempo o lado direito e o esquerdo, ou seja, o hemisfério subjetivo e o objetivo”, afirma Gil Kehl, terapeuta ayurvédico de São Paulo, que indica a rede para bolar projetos. “Esse é um momento em que ficamos bastante conscientes e presentes, numa espécie de estado de lucidez”, diz. Para ele, a rede ainda tem o valor de ser ortopédica. “Ao contrário da cama, ela encosta todos os apoios da coluna, aconchega e ajuda a relaxar os nervos e o corpo”, diz. Para quem quer dormir na rede, Gil, que já passou um ano na Bahia dormindo em uma, recomenda que o faça de atravessado, “o que deixa a coluna mais reta e confortável”.

Para Câmara Cascudo, não dá nem para comparar a rede com a cama. “O leito obriga-nos a tomar seu costume, ajeitando-se nele, procurando o repouso numa sucessão de posições. A rede não: ela toma o nosso feitio, contamina-se com os nossos hábitos e repete, dócil e macia, a forma do nosso corpo. Do jeito que a gente deita ela se molda.”
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Mas, mesmo sendo usada só nos momentos de descanso e deleite, a rede lembra o gesto de ninar, o colo, o aconchego. Eta vidinha boa essa da rede. Quantos brasileiros não foram criados no ritmo? Um deles, com certeza, foi o mestre Câmara Cascudo, que termina seu livro com uma foto sua na mesma posição em que ele, eu, o Zebinha do Piauí, e outros milhões de brasileiros tanto adoramos ficar. Quer coisa melhor?

Resumo do texto de Eduardo Petta para a revista Vida Simples. Para ler na íntegra, clique aqui!

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Hotéis Compactos no Tamanho e Grandes no Design

Hotéis estão atraindo hóspedes com design arrojado e preços baixos. Reduz-se o custo diminuindo o metro quadrado, cortando alguns serviços de quarto e banheiros individuais.

Veja sete exemplos com fotos e detalhes:

Pod Hotel
New York
Tamanho: 7,4 metros quadrados
Custo: $89 USD(beliche); preço promocional de $69 USD para março
Porque atraem hóspedes: Wi-Fi livre, as estações de iPod, controles dimmer e uma tevê do LCD faz o hospede esquecer que é um hotel de baixo custo.
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The Jane
New York
Tamanho: 4,6 metros quadrados
Custo: $99 USD para cabines padrão; preço promocional de $75 USD
Porque atraem hóspedes: Luxos modernos como um reprodutor de DVD, docas de iPod, e internet wireless grátis para manter o hóspede ocupado.
theJane

EasyHotel
Londres
Tamanho: 8 a 9 metros quadrados
Custo: Começo das taxas de Londres em £24.50/$34 USD
Porque atraem hóspedes: Com as 5 posições centrais a escolher em Londres, opera como linhas aéreas de baixo custo, quanto mais cedo se registra, melhor a taxa. A única coisa que vem com o quarto é uma toalha, mas banhos privativo a estes preços já é pedir de mais.
Easy

Yotel
Amsterdã e Londres:
Tamanho: 7 metros quadrados
Custo: Amsterdã – €35/$44 USD por 4 horas, até €75/$95 USD; Londres – £25/$30 USD por 4 horas, até £58/$80 USD
Porque atraem hóspedes: Ótima localização central. São alusivos aos hotéis de cápsula japoneses. Incluem banhos privativos e artigos de higiene pessoal.
Yotel

Hotel de Qbic
Amsterdã
Tamanho: 18-24 metros quadrados
Custo: €69/$87 USD
Porque atraem hóspedes: Se a cama feita a mão não for o bastante para prender o hospede, ele pode escolher a cor de seu quarto (“amarelo maduro,” “romance vermelho,” ou “profundamente – amor roxo “) Qbic igualmente usa a mesma estratégia da empresa aérea Ryanair, ou seja para quem reserva antes tem taxas mais baixas.
Qbic

Hotel Tune
Kuala Lumpur,
Tamanho: 11.6 metros quadrados
Custo: RM 9.99/$3 USD
Porque atraem hóspedes: Com 5 posições na Malasia e taxas baixíssimas. Quartos de limpos e minimalistas.
Tune

Citizen M Hotel
Aeroporto de Amsterdã
Tamanho: 12 de metros quadrados
Custo: €79/$100 USD (Sextas-feiras, Sábados e Domingos em €69/$87 USD)
Porque atraem hóspedes: Estes quartos pré-fabricados vêm equipados com um ousado banheiro (vide foto), do “mood pad” para mudar sua cor do quarto, o Wi-Fi livre e filmes por encomenda gratuitos.
Citizen

Na integra em inglês at Fast Company

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Financiamento Para Empresas Prestadoras de Serviços Turísticos

Turismo com grana
No começo de junho os ministérios do Turismo e do Trabalho e Emprego lançaram uma linha de crédito chamada Giro Setorial Turismo, com recursos destinados ao financiamento do capital de giro de empresas prestadoras de serviços turísticos.

Para que micro, pequenas, médias e grandes empresas tomem um empréstimo de até R$ 5 milhões, pagos em no máximo três anos, é necessário estar cadastrada no sistema eletrônico Cadastur – banco de dados que hoje possui mais de 38 mil nomes entre prestadores de serviços turísticos (agências, hospedarias e empresas de transporte) e guias de turismo. Acesse: www.cadastur.turismo.gov.br

Já no ano passado foi lançado o Programa de Desenvolvimento do Turismo (Prodetur), que é uma linha de crédito de US$ 1 bilhão destinada a estados e municípios interessados em desenvolver o turismo em suas regiões. Os recursos são solicitados ao Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), por meio do Ministério do Turismo.

Mas para ter acesso a estes valores, antes é necessário que os órgãos governamentais sigam as regras do Manual de Planejamento e Gestão Socioambiental, uma cartilha lançada agora em junho, que traz as medidas socioambientais que devem ser colocadas em prática. Solicite este documento para o email: ricardo.mendes@turismo.gov.br

Fonte: AdventureFair

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Ocupação Cai, mas Hotéis Elevam Tarifas e Receita Sobe no Trimestre

Jornal Valor Econômico, 19/05/2009
Os hotéis perderam hóspedes por conta da desaceleração econômica e mesmo assim aumentaram preços e receitas. Soa como um contrassenso, mas foi a estratégia usada pelo setor de hospedagem no primeiro trimestre e dá mostras de ter funcionado.

O movimento de retração da demanda e de elevação dos preços se aplica tanto aos empreendimentos de gestão independente quanto àqueles filiados a redes hoteleiras. Nesse segundo grupo, os hotéis perderam 5,6% dos seus clientes de janeiro a março e a ocupação média dos apartamentos caiu de quase 61% para 57%, em relação a igual período de 2008. Em compensação, as diárias subiram 10,1%, de R$ 152,6 para R$ 168,1. Assim, a receita gerada por cada quarto – vazio ou ocupado – cresceu 3,9%, para R$ 96,5. Os dados são do Fórum de Operadores Hoteleiros do Brasil (Fohb) e englobam 309 hotéis filiados a redes e 43 mil apartamentos no total.

No caso dos hotéis independentes – 18 mil no país com um total de 1,1 milhão de quartos, segundo a Abih, associação que representa o segmento -, não há indicadores de desempenho. Mas é possível ter uma ideia da oscilação dos preços com base na inflação medida pelo IPCA. O aumento de preços na categoria hotel foi de 4,35% no primeiro trimestre, bem acima da inflação geral do período de 1,23%.

“Antes de o ano começar, tínhamos expectativas piores. Foi um primeiro trimestre bom e deve melhorar daqui para frente”, afirma Rafael Guaspari, presidente do Fohb. Ele lembra que há diferenças relevantes conforme a categoria ou localização do hotel. Os empreendimentos econômicos, por exemplo, registraram aumentos percentuais de receita maiores do que os hotéis de categoria Continue lendo

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